quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

29 de janeiro de 2020

Lembro que, três anos atrás, eu estava apaixonada. Tudo começou com a greve na faculdade; era janeiro e eu estava escrevendo relatórios, comendo brownie e tentando decifrar a bendita optativa que eu decidi me inscrever ~ por diversão.
Hoje encontrei um texto antigo, dessa mesma época. Se eu procurar, também encontrarei anotações no meu bullet journal daquele ano. Não faz tanto tempo assim, mas em 2017 costumávamos escrever mais em blogs e agendas, e postar bem menos.
Lembro bem da sensação que eu tinha, de um mundo totalmente novo esperando pra ser descoberto. Eu poderia me apaixonar novamente depois de uma grande desilusão e o meu ano novo seria todo meu; meu e das minhas descobertas.
De fato, 2017 foi tudo aquilo e muito mais. Você pode olhar os textos antigos, foi de longe o período que eu mais escrevi. Me arrisquei, me joguei em tudo que não era errado aos meus olhos: a minha alma pedia!
É bom ter guardado meus escritos e essas sensações tão, tão sutis que a gente reza a Deus pra esquecê-las (quando se está chorando ou quando você está na vigésima sessão de terapia sobre o mesmo contatinho), mas que, depois, você se esforça muito pra lembrar.
Que bom que eu escrevi!

Nenhum comentário:

Postar um comentário