Se deite, olhos castanho-esverdeados, pousando em meus braços os planos pra não ficar. Por meio instante, olhe que as janelas estão sempre abertas caso você queira sair às pressas. Se deite sem aquele discurso pré montado de que você é o melhor no que faz e se atreva a não poupar sentir o que tiver de sentir. Vocês jamais irão entender que tudo se constroi e se destroi no agora. É por isso que não sentem, só atuam suspiros ensaiados. E quando deitar um pouco mais antes de ir embora, se sentir vazio dois segundos depois. Onde você estava mesmo, esse tempo todo em que estivemos por aqui?
Nenhum comentário:
Postar um comentário